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COMO ACABAR COM CORRIMENTO VAGINAL RÁPIDO

Michel Palheta 3,337,605 3 years ago
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como acabar com corrimento vaginal rápido? Dr. Michel Palheta faz uma live incrível falando sobre os tipos de corrimento vaginal e o melhor tratamento para candidíase, vaginose bacteriana, tricomoníase e todos os tipos de corrimento. 1. O Colpistatin é um creme com tripla ação: antifúngico, antimicrobiano, antisséptico O benzoilmetronidazol é uma formulação do metronidazol tópico, possui alta eficácia no tratamento da Gardnerella vaginalis e de bactérias anaeróbias causadoras da vaginose bacteriana. A nistatina é um fungistático e fungicida que atua contra todas as espécies de Candida, inclusive as não albicans. Já o cloreto de benzalcônio é um germicida tópico de amplo espectro, ativo contra várias bactérias Gram-positivas e Gram-negativas, com ação antisséptica. 2. Colpistatin causa o Alívio mais rápido dos sintomas da tricomoníase Na tricomoníase, o quadro clínico apresenta-se como uma vulvovaginite, com irritação, disúria e prurido intensos, além do corrimento vaginal abundante. O tratamento deve ser realizado com metronidazol via oral, mas a utilização de formulações com derivados imidazólicos tópicos alivia os sintomas mais rapidamente. 3. O Colpistatin pode ser utilizado durante a gestação Durante a gestação, não se recomenda o uso de azóis orais. Em casos de candidíase vulvovaginal, cremes vaginais à base de nistatina são preferenciais. A vaginose bacteriana deve ser tratada em gestantes sintomáticas com o objetivo de diminuir os efeitos adversos da infecção nos desfechos obstétricos. O tratamento tópico com metronidazol possui a mesma eficácia que o sistêmico. A vulvovaginite mista pode acometer mulheres no ciclo gravídico-puerperal e a combinação de nistatina + metronidazol apresenta-se como formulação ideal para o quadro. A nistatina vaginal tópica é classifi cada como categoria A e o metronidazol como B pelo Food and Drug Administration (FDA) em relação ao risco de uso durante a gravidez. 4. O Colpistatin não possui corticoide em sua formulação A utilização de corticoide em formulações tópicas de maneira indiscriminada pode provocar atrofia tanto da mucosa quanto da pele queratinizada, além de ser um fator de risco para desenvolvimento de vulvovaginites por Candida. E mais: o Colpistatin tem somente um antibiótico, enquanto outras formulações possuem mais de um, podendo representar outro fator de risco para vulvovaginite por fungos. 5. o Colpistatin diminui incidência de vulvovaginite por Candida após tratamento para vaginose bacteriana Contrariamente ao que se imagina, a associação entre Candida sp e bactérias envolvidas na vaginose bacteriana é comum. Segundo Wei Q et al., muitas infecções por Candida são assintomáticas e coexistem com vaginose bacteriana – 12 a 30% das pacientes desenvolvem quadro de vulvovaginite fúngica após tratamento com metronidazol. A formulação contendo metronidazol e nistatina previne o aparecimento de sintomas após o tratamento6. 6. O Colpistatin permite o restabelecimento da flora vaginal Os lactobacilos representam a flora bacteriana vaginal normal, são responsáveis pela produção de ácido lático e manutenção de pH ácido protetor. O metronidazol presente na formulação, diferentemente de drogas como a clindamicina, não possui ação contra os lactobacilos, permitindo o rápido restabelecimento da flora vaginal normal. 7. O Colpistatin tem melhor tolerabilidade em relação às medicações sistêmicas O metronidazol administrado via oral proporciona em muitas pacientes gosto metálico desagradável, náuseas e, mais raramente, neutropenia transitória. A administração tópica do metronidazol tem a mesma eficácia da via oral, porém apresenta menos efeitos colaterais. 8. O Colpistatin não induz resistência bacteriana Foi evidenciado numa amostra de 119 mulheres com vaginose bacteriana e 1.059 bactérias anaeróbicas identifi cadas, 17% de resistência à clindamicina, contra apenas 1% de resistência ao metronidazol antes do tratamento. A clindamicina tópica em mulheres não gestantes associou-se à indução de resistência dos micro-organismos anaeróbicos envolvidos na infecção a essa droga após o uso (53%), enquanto o metronidazol não causou resistência.

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